Com faixas inéditas e parcerias históricas, o artista revela a essência que moldou seu caminho na música.
Feyjão vive um momento especial na carreira. Ao ouvir o álbum finalizado, o artista foi tomado por uma sensação profunda de gratidão. Para ele, o trabalho carrega a vibração de missão concluída, dever honrado e uma satisfação que marcou cada segundo após a audição completa.
É o sentimento de satisfação, eu acho que é o primeiro sentimento que eu senti depois de ouvir o disco completo, então fiquei muito satisfeito. Passageiro do Bem é o retrato da minha maturidade musical”
O público recebeu o projeto com entusiasmo imediato, algo que tem emocionado o cantor nos palcos e nas redes sociais. Ele conta que a reação das pessoas confirma cada escolha feita no processo criativo. “Eu tô adorando a resposta do público nas redes sociais e nos comentários sobre as músicas nos shows. É como aquilo se encaixa perfeitamente da maneira que a gente planejou… foi aquela mesma banda que me acompanha na estrada que gravou todas as faixas desse disco, então o som tem muito a ver com o que a gente faz na rua ao vivo.” Para Feyjão, as faixas se ajustaram ao repertório como se já estivessem ali desde sempre.
“Passageiro do Bem”, revela a origem do artista e reúne participações de peso. O projeto abre com Zeca Pagodinho no primeiro single “Eu Sou o Amor”, Xande de Pilares em “Minha Missão”, e Mart’nália em “Fecha os Olhos”, faixa foco do lançamento.
As inéditas “Paquetá” e “O Que Me Faltava” completam o material, formando um conjunto que expressa a trajetória de Feyjão, suas referências e a história que o acompanha desde o início.
Com o lançamento, o artista também descobriu algo sobre si mesmo. Percebeu o prazer que sente ao observar as emoções despertadas pelas canções. “Depois que o álbum foi ao mundo eu descobri sobre mim mesmo que eu tenho muito prazer em ver e sentir emoções… entender que as pessoas estão realmente ouvindo aquilo em casa me dá muita vontade de já planejar o próximo disco.”
A parceria com a banda trouxe autenticidade e identidade sonora ao trabalho. Feyjão afirma que jamais esteve tão satisfeito com um álbum. “Esse é o meu terceiro álbum e eu nunca tive tão satisfeito. Gravamos tudo com a banda que me acompanha na estrada. Nosso repertório é muito eclético e conseguimos colocar muitas das nossas referências rítmicas em cada faixa. Eu tô super feliz com os arranjos e com o resultado.”
Para ele, a resposta do mundo segue indicando sede por originalidade. “Ainda existe gente sedenta por novidades e por coisas autênticas, assim como é o Passageiro do Bem.”
Ao olhar para todo o processo, ele reconhece o esforço e a beleza do caminho percorrido. “Se eu pudesse conversar com um Feyjão que começou a fazer esse disco eu diria que no final deu certo e que o disco ficou bem bonito do jeitinho que a gente arrancou os cabelos da cabeça para poder verificar.”
Ouça projeto:
