Conheça Bruno Baruque: cantor que passeia entre a MPB, o rock e suas próprias canções

Com mais de duas décadas dedicadas à música, Bruno Baruque construiu uma trajetória sólida, sensível e coerente com aquilo que acredita artisticamente. Cantor, instrumentista e compositor, o artista piauiense carrega na bagagem uma obra marcada pela palavra, pela melodia e por uma constante busca por identidade.

Natural de Valença, no Piauí, Bruno iniciou sua caminhada musical ainda jovem e, em 2004, mudou-se para Teresina, onde passou a se apresentar regularmente em bares, restaurantes e eventos culturais da capital e de cidades do interior do estado. Foi nesse circuito que sua música ganhou corpo, público e maturidade.
Desde 2020, Bruno mantém uma constância criativa admirável. Nesse período, surgiram canções que se tornaram importantes marcos da sua discografia, como “Farol de Alexandria”, uma de suas faixas mais ouvidas, além de parcerias que ampliaram seu universo artístico. Entre elas estão “Invisível Tsunami” (com Cicy Arcângelo), “Carta de Amor no Fim do Mundo” (com o escritor Gustavo Lacombe), “Instinto” (com Alexandra Teodoro), “O Andarilho” (com o poeta pernambucano Andrade Lima) e “O Viajante” (com Nilson Cronemberg).

O ano de 2022 foi especialmente produtivo, com lançamentos como “A Massa” (com Fernando de Deus), “Sem Querer Querendo” — canção de refrão fácil, afetivo e popular — e “A Centelha” (com Adelino Frazão). Já a partir de 2023, o artista apresentou ao público músicas como “Nada Pra Depois”, “Mesmo Antes” e “Passatempo”. Destaque para “Nada Pra Depois”, que contou com a participação da cantora Soraya Castelo Branco, e “Passatempo”, que trouxe a colaboração de Tom Cleber, músico, cantor e compositor reconhecido nacionalmente.

Em 2026, Bruno Baruque consolida essa fase com o lançamento do EP “Crônicas e Romances”, reunindo faixas que dialogam com diferentes momentos de sua carreira. O trabalho inclui a regravação de “Farol de Alexandria”, além de “A Massa”, “Redoma”, “Balada Solidão da Solidão”, “Mesmo Antes” e “Identidade Fragmentada”. O EP funciona como um retrato artístico de sua caminhada, conectando passado, presente e novas direções.
Musicalmente, Bruno Baruque promove uma repaginada constante no repertório sem abrir mão de suas raízes. Sua música nasce da base da MPB, mas flerta com o rock e o pop, que foram suas primeiras influências resultando em uma sonoridade acessível, reflexiva e contemporânea. Instrumentista e compositor atento aos detalhes, ele também atua como professor de violão popular, ukulelê e musicalização infantil, ampliando seu impacto cultural para além dos palcos.
Com uma verdade musical ancorada em referências do pop retrô e elementos atuais que se encaixam de forma orgânica em cada canção, Bruno Baruque segue reafirmando seu lugar como um artista que valoriza a canção, a palavra e o tempo — sem pressa, mas com consistência.

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